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Sobre memórias

BAU



Esse velho baú imaginário
É onde guardo minha memoria
Ele me acompanha desde o sempre
E está abarrotado...

Vivas criaturas mortas
Seguindo meu envelhecer
E riem e bailam e bebem comigo
Na fonte da juventude

Vivíssimos amigos
Saltando do velho baú
Nem tão grande, mas repleto
Da borda ao fundo

A vida é esse baú
A que foi e a que será
E os projetos todos,
E as imagens todas

Ainda que desbotadas
Ainda que impossíveis...

Poema publicado no livro "Poetas em cena", de 2009.

3 comentários:

Oi! Vander ando sumida daqui, lindo o poema e quero guardar no meu baú só coisas boas, mas acredito que as ruins merecem atenção, afinal são elas que nos deixam mais fortes.
bj!

1:40 PM  

Esse livro é seu? O Poema é muito bonito. Mas o baú tem que ser leve, né? Pra não prejudicar a nossa caminhada...

Beijos, querido Vander. Apareça!

3:39 PM  

Oi, Vander! Onde anda você? Escreva no blog! Apareça!

Desejo um Feliz Natal e tudo de bom em 2010!

Beijos

1:45 PM  

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