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Hoje, quem assistir a um episódio do desenho “Os Jetsons” e se deparar com o personagem Cosmo Spacelly digitando uma carta à sua secretaria-robô, não deve estranhar. Mas, para a época em que foi produzido, tudo ali era futurista. O computador que corrige a palavra digitada, a própria secretária, o prédio onde a empresa está instalada e os meios em que se chega até ela. O seu empregado George é o chefe da família que dá nome à série. É casado com Jane, uma dona de casa que adora fazer compras no shopping e eles tem dois filhos adolescentes: Judy, que, naturalmente, se preocupa com namoros, compras e o seu visual, além de estudar biologia e Elroy, de dez anos, um gêno precoce das ciências espaciais. Ah, e tem , ainda, o cachorro Astro, que se joga em George, tão logo ele chega em casa. Completa a família a empregada Rosie, um robô de um modelo fora de linha,mas que a família adora e não tem coragem de trocar por um novo.

“Os Jetsons” é um dos desenhos animados que mais empolgação me causava na infância. Seja pelo fato de a história girar em torno de uma família comum, embora em um cenário futurista, seja por causa desse mesmo cenário que, entre outras coisas, trazia um céu congestionado por carros voadores.

Carros voadores? Isso mesmo. E, parecia fantástico até recentemente. Mas já não é. Está previsto para 2011 o lançamento do Transition, um híbrido de carro com avião, ou seja, um carro voador. Por enquanto, funcionando a gasolina, o veículo pode alcançar até 85 km/h e tem autonomia de vôo de mais de 700 km.

Daqui a pouco, estaremos voando, nós mesmos, com algum equipamento acoplado ao corpo, sem a necessidade de veículos, como já aconteceu em um experimento recente. E, como também acontecia com a família Jetson, quando George deixava os filhos na escola e a mulher no Shopping: desciam dentro de uma cápsula que era ejetada do seu veículo voador.

Parece que a dupla Hanna-Barbera, criadores desse e de mais uma infinidade dos desenhos que animou momentos preciosos de nossa vida antecipou a realidade que estava por vir. Pena que não anunciou o fim do congestionamento do trânsito, mas, apenas a sua transferência para o espaço aéreo...

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